Capa da Revista ACPAIVA, edição 01, com Dr. André Paiva e Dra. Carla Paiva
Revista ACPAIVA · Goiânia

Uma história construída para preservar função, confiança e naturalidade.

A história da ACPAIVA começou antes da clínica. Carla, goiana, conheceu André durante a faculdade em Minas Gerais. Depois da formação, os dois escolheram Goiânia para construir, ao mesmo tempo, família e carreira.

Desde 2014, essa trajetória reúne áreas que se completam. O Dr. André Paiva cuida da gengiva, do osso que sustenta os dentes e dos implantes. A Dra. Carla Paiva atua na reconstrução dos dentes, da mastigação e do sorriso. Esta revista nasce para dividir com nossos pacientes aquilo que vemos todos os dias: a boca pode perder saúde e função muito antes de a idade parecer avançada — e muitas dessas mudanças começam discretamente.

Nosso objetivo não é criar medo. É ajudar cada pessoa a reconhecer sinais, compreender riscos e chegar ao check-up antes que um problema silencioso se transforme em uma reconstrução complexa.

Dr. André Paiva e Dra. Carla Paiva · ACPAIVA Odontologia Integrada

Dra. Carla Paiva ao lado de uma representação de prótese fixa sobre dois implantes
Função, desgaste e reconstrução do sorriso — Dra. Carla Paiva

Quando a boca envelhece antes da hora.

O primeiro sinal nem sempre é dor. Pode ser uma mudança na mastigação, um dente que ficou mais curto, uma restauração que quebra mais de uma vez, uma raiz que começou a aparecer ou a sensação de que o sorriso perdeu o equilíbrio que tinha.

Síndrome do Envelhecimento Precoce Bucal (SEPB) Esse problema acontece quando os dentes e outras partes da boca apresentam desgastes e danos muito maiores do que o esperado para a idade da pessoa. Assim, alguém com pouco mais de 30 anos pode ter uma “idade bucal” parecida com a de uma pessoa muito mais velha. Dentes ficando curtos, sensíveis, trincados ou quebradiços, raízes expostas e gengivas retraídas são sinais de alerta. Apertar ou ranger os dentes, consumir alimentos e bebidas muito ácidos, viver com ansiedade, dormir mal ou ter refluxo podem acelerar esse processo. O check-up ajuda a reconhecer os sinais, investigar as causas e proteger o que ainda pode ser preservado.[15]

A Organização Mundial da Saúde explica que muitos problemas bucais podem ser evitados ou tratados no começo. Mesmo assim, cáries avançadas e casos graves de doença da gengiva continuam entre as principais causas da perda de dentes.[1] Perder um dente não deixa apenas um espaço no sorriso: pode prejudicar a mastigação, a convivência social, a autoestima e o bem-estar.[1]

Na síndrome, vários fatores da rotina podem agir juntos. Apertar os dentes, consumir bebidas ácidas, ter refluxo, dormir mal ou viver sob ansiedade podem acelerar desgastes que não são provocados por cárie. Por isso, uma boca bem escovada também precisa ser examinada além da placa bacteriana.[15]

Sinais que não devem ser ignorados

  • Dentes desgastados, mais curtos, trincados ou que quebram com frequência.
  • Sensibilidade ao frio, ao ar, à escovação ou a alimentos ácidos.
  • Raízes expostas ou gengiva que parece ter “subido” ou “descido”.
  • Pequenos sulcos perto da gengiva ou perda do brilho do esmalte.
  • Restaurações que soltam ou quebram repetidamente.
  • Dor ou cansaço nos músculos do rosto ao acordar ou mastigar.

Quando um ou mais dentes já foram perdidos, os efeitos podem alcançar a mastigação, o osso dos maxilares, os dentes que continuam na boca e a aparência do sorriso.[6] A Prótese Dentária é a área que planeja como reconstruir conforto, função e aparência quando dentes ou tecidos foram perdidos ou enfraquecidos.[7]

Reconstruir o sorriso não começa escolhendo uma coroa, uma prótese ou um implante. Começa entendendo por que o dente se desgastou ou foi perdido, como a pessoa mastiga, quais hábitos estão acelerando o problema e qual solução poderá ser cuidada ao longo do tempo.

“Quando a boca envelhece antes do tempo, o paciente nem sempre percebe primeiro pela dor. Muitas vezes ele percebe pela mastigação que mudou, pelo dente que desgastou, pela prótese que perdeu estabilidade ou pelo sorriso que deixou de parecer natural. Reabilitar não é apenas substituir dentes; é recuperar função, conforto e segurança.” Dra. Carla Paiva · Prótese Dentária e Reabilitação Oral

O check-up começa antes da escolha do tratamento

Na consulta, o dentista reúne informações sobre a saúde e os medicamentos, examina dentes e restaurações, observa a saliva e os tecidos da boca, analisa a mordida e procura desgastes ou trincas. Assim é possível decidir o que precisa apenas de acompanhamento, o que deve ser protegido agora e o que realmente precisa ser reconstruído.

Dr. André Paiva apresentando um modelo periodontal ao lado de imagem radiográfica
Gengiva, osso e sustentação dos dentes — Dr. André Paiva

A base do sorriso pode adoecer em silêncio.

Um dente pode parecer inteiro e, ainda assim, a gengiva e o osso ao redor dele podem estar adoecendo. Por isso, olhar apenas o que aparece no espelho não basta.

A periodontite é uma forma grave da doença da gengiva. Ela pode destruir o osso que mantém os dentes firmes, deixar os dentes moles e até causar sua perda.[1][5] A Organização Mundial da Saúde estima que os casos graves atinjam mais de 1 bilhão de pessoas no mundo.[1]

1 bilhão+

de casos graves de doença da gengiva estimados no mundo. O problema pode avançar sem dor e comprometer a gengiva, o osso e os dentes quando não é percebido e controlado.[1]

A boca dá sinais — mas nem sempre cedo o suficiente

  • Sangramento ao escovar, usar fio dental ou mastigar.
  • Gengiva vermelha, inchada, sensível ou retraída.
  • Mau hálito persistente ou gosto desagradável.
  • Dentes que parecem mais longos, mudam de posição ou ficam móveis.
  • Espaços novos entre os dentes ou mudança no encaixe da mordida.
  • Prótese móvel que começou a ficar solta ou desconfortável.

A American Academy of Periodontology alerta que a doença da gengiva pode avançar em silêncio.[5] Por isso, sangramento e gengiva retraída não são apenas questões estéticas. Eles podem indicar que o osso e os tecidos que seguram os dentes precisam ser examinados.

Uma avaliação completa observa os dentes, a placa bacteriana, a gengiva, a mordida, o osso e os hábitos ou condições que aumentam o risco.[4] Medidas feitas ao redor de cada dente e radiografias, quando necessárias, mostram quanto suporte foi perdido e se o problema está piorando.[9]

A saúde da boca e a saúde do corpo estão ligadas. Diabetes e periodontite, por exemplo, precisam ser acompanhadas em conjunto. Tabaco, alimentação e inflamação também podem afetar diferentes partes do organismo. Isso não quer dizer que um problema sempre cause o outro, mas mostra que a boca não deve ser cuidada separadamente do restante do corpo.[2][13]

“Sangramento gengival, retração e perda óssea não são detalhes cosméticos. Eles mostram que a base que sustenta os dentes está sob agressão. Quanto mais cedo medimos essa base, identificamos os fatores de risco e acompanhamos sua evolução, maiores são as possibilidades de preservar dentes, osso e opções futuras de reabilitação.” Dr. André Paiva · Periodontia e Implantodontia

Quem já teve periodontite precisa continuar o acompanhamento mesmo depois do tratamento. Isso faz parte do controle de um problema que pode voltar ou piorar. A orientação europeia recomenda retornos definidos de acordo com a necessidade de cada pessoa.[10] Uma revisão com mais de 12 mil pacientes mostrou que a maioria conseguiu manter grande parte dos dentes durante anos de acompanhamento.[12]

O ponto de encontro

Check-up não é apenas procurar cárie — é descobrir o que ainda pode ser protegido.

O check-up observa o desgaste dos dentes, a mastigação, a gengiva e o osso que sustenta o sorriso.

  1. Revisar saúde geral, medicamentos, hábitos, sintomas e fatores de risco.
  2. Examinar dentes, restaurações, desgaste, trincas, saliva e tecidos da boca.
  3. Verificar sangramento, gengiva retraída, dentes moles e o espaço entre o dente e a gengiva.
  4. Avaliar mordida, mastigação, dentes ausentes e adaptação de próteses.
  5. Solicitar radiografias somente quando forem realmente necessárias.
  6. Definir o acompanhamento e o tratamento para as necessidades de cada pessoa.

A Academia Americana de Periodontologia recomenda examinar regularmente os dentes, a placa bacteriana, a gengiva, a mordida, o osso e os fatores que aumentam o risco.[4] Não existe um intervalo igual para todos. Quem já teve doença da gengiva, muitas restaurações, boca seca, usa cigarro, tem diabetes ou passou por tratamentos extensos pode precisar de retornos mais frequentes.

Procure atendimento se houver dor, inchaço, sangramento que não melhora, dente mole, ferida que não cicatriza ou mudança rápida na boca.

ACPAIVA Odontologia Integrada

Ciência para preservar. Planejamento para reconstruir.

O Dr. André Paiva cuida da gengiva, do osso que sustenta os dentes e dos implantes. A Dra. Carla Paiva atua na reconstrução dos dentes, da mastigação e do sorriso. Juntos, avaliam gengiva, osso, dentes, função e estética antes de definir qualquer tratamento.

Se algum sinal desta edição chamou sua atenção, o próximo passo não é escolher um procedimento. É compreender o que está acontecendo por meio de um check-up individual.

ACPAIVA Odontologia Integrada
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